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Peças de níquel, cromo e cobalto lideram casos de alergia na pele

Dermatologista explica como ocorrem os incômodos

Estima-se que 17% das mulheres e 3% dos homens são alérgicos ao níquel. Porém, este não é o único metal causador das principais alergias em usuários de joias e bijuterias, pois até 3% das pessoas são alérgicas ao cobalto e ao cromo. De acordo com a dermatologista Lia Dantas, os problemas podem não aparecer no primeiro uso dos acessórios.

– A pessoa já tem uma predisposição a ter alergia àquela substância e os sintomas não aparecem na primeira vez que ela usar um brinco ou uma pulseira, por exemplo. A medida em que a pele vai ficando sensibilizada, os incômodos começam a aparecer. Os sintomas mais comuns são coceiras, vermelhidão e descamação. Depois que tiver a primeira experiência alérgica, um simples contato com esses materiais já pode desencadear o problema. Se a pessoa insistir em usar esses acessórios, o problema vai piorar, ou seja, é uma briga que não é possível vencer – explica a associada da Sociedade Brasileira de Dermatologia – Secção RS (SBD-RS)

Apesar de não existir uma cura para a dermatite de contato nesses casos, a dermatologista afirma que são possíveis tratamentos para minimizar o problema quando ocorrer. Para quem gosta dos acessórios e não pode usar bijuterias com níquel, cobalto e cromo, a indicação é utilizar joias em ouro, prata ou aço inoxidável, com raros casos de alergias. Na dúvida de qual metal é o responsável pelos incômodos, a dica é procurar um médico dermatologista.

30 de julho de 2017